07 de fevereiro de 2008, de 23:39
No rigoroso fogo que me alenta;
O mal que me consome me sustenta,
O bem que me entretém me dá cuidado.
Ando sem me mover, falo calada,
o que mais perto vejo se me ausenta,
E o que estou sem ver mais me atormenta;
Alegro-me de ver-me atormentada,
Choro no mesmo ponto em que me rio,
No risco me anima a confiança,
Do que menos se espera estou mais certa.
Mas, se de confiada desconfio,
É porque, entre os receios da mudança,
Ando perdida em mim como em deserto .
07 de fevereiro de 2008, de 23:28
07 de fevereiro de 2008, de 23:11
[Quero estar bem junto a ti, a qualquer hora
Não importa a quilometragem e a distância
Pra saciar a minha sede, a minha ânsia
de ter-te enfim, comigo, aqui e agora.
Todo este tédio, o meu céu descolore
E talvez seja a falta da tua presença
Porém me fica a esperança,fica a crença,
De ter-te, um dia, mesmo que demore.
Quero tua boca, o teu corpo e o teu beijo.
Pra saciar a minha fome de desejo
E apagar este fogo que me inflama.
Depois do gozo, acariciar tua pele nua
E nem me importar, se com ciúme, a lua
Vier deitar junto de nós, na mesma cama
Não importa a quilometragem e a distância
Pra saciar a minha sede, a minha ânsia
de ter-te enfim, comigo, aqui e agora.
Todo este tédio, o meu céu descolore
E talvez seja a falta da tua presença
Porém me fica a esperança,fica a crença,
De ter-te, um dia, mesmo que demore.
Quero tua boca, o teu corpo e o teu beijo.
Pra saciar a minha fome de desejo
E apagar este fogo que me inflama.
Depois do gozo, acariciar tua pele nua
E nem me importar, se com ciúme, a lua
Vier deitar junto de nós, na mesma cama







