Minha Bolsabeta
Perfil Amigas

Cidade: RIO DE JANEIRO / Rio de Janeiro

Sexo: Feminino

Estado Civil: Companheira(o)

Formação: Superior incompleto

Meu perfume: J'Loo

Marca preferida: nenhuma.

Livros de cabeceira: "mulheres que correm com os lobos", Clarissa Pinkola Estes

Música que marcou minha vida: Caçador de mim, Milton Nascimento

Programas de TV: The L World

Filmes que mais gostei: "Clube da felicidade e da sorte", "kama Sutra" (Mira Nair", "Dupla vida de Veronique", "Waking life", "Fabuloso destino de Amelie Poulain", etc...

Minha paixões: Natureza. Arte. Poesia. Crianças. Gatos. Astros. Oráculos. Música. Amigas. (...)

Signo: Cancer

Meu diário Meu diário
22 de janeiro de 2008, de 21:38
Vozes que me chegam, através de lembranças, palavras, distancias, silêncios, eras.

Brotam, fincando suas sólidas raízes em minha carne.

Sangra, toda vã esperança no novo.

Tudo é tão antigo quando a terra, que roda em torno de si infinitamente.

Tão circular como as mais primitivas formas da dança.

Como lua, mulher, células, sementes, íris.



22 de janeiro de 2008, de 03:44
Cada vez mais distante.

Atrás da porta, quem vê, não ouve, nem fala. Mantem-se alheia.

Guarda sua chave junto a recortes de jornais velhos, que se misturam a brincos antigos sem pares. Num baú esquecido pelo próprio tempo.

O telefone toca. Sem destino, ninguém atende.

A solidão acontece, por opção.
20 de janeiro de 2008, de 22:54
Bem, comigo esta coisa de TPM funciona da seguinte maneira. Além de me deixar com os nervos a flor da pele, capaz de tomar atitudes irracionais como, irritar-me com os mais diversos tipos de ruídos, desde o vizinho gritando na janela o nome do seu time que esta ganhando o campeonato, até o som alto de uma televisão. O trivial barulho de alguem mastigando um chiclete de boca aberta, ou repetindo um mesmo som sem parar, podem me levar a uma crise histérica com uma boa dose de prejuízos...

Ah...claro, os prejuízos acontecem também, por consequência de algum excesso de emotividade. Como considerar aquele pequeno problema na relação, como causa o suficiente para terminá-la, ou, aquela tristeza cotidiana, um Bicho de 14 cabeças, que me leva a concluir temporariamente, que a vida não vale a pena.

Por cerca de 3 a 4 dias, aprendi a conviver com esta estranha Outra que mora em mim.
Que revela o meu lado mais atemorizante e sincero, justo em sua agressividade.

É a "bruxa malvada" coabitando com a "doce princesa", em meu próprio mito pessoal.

19 de janeiro de 2008, de 03:33
Absolutamente. Não é uma questão de opção.

Quem optaria pelo caminho mais difícil? ter que peitar, ter que magoar, ter que se aceitar, ter que se fazer entender, ter que assumir, ter que lidar, que sofrer e fazer sofrer por sua suposta e constante "indecisão", ou melhor, imprecisão.

Sabe...é preciso que entendam. É preciso que eu entenda. Surge simplesmente, e é mais forte do que a mera razão. É complexo em sua ambiguidade...talvez só sendo para se entender.

Ainda mais quando se esta nesta fronteira. Não se é, mas se é...isto OU aquilo, isto E aquilo.

Ser bi, definitivamente...parecer ser o caminho mais difícil.

18 de janeiro de 2008, de 02:27
Escolha com o que se iludir...
e...como se iludir.


Ao acordar, escolha, a maneira como acredidará nas coisas que acontecerão em seu dia.

Como fantasiará sobre o que irá ouvir, ler, sentir, fazer.

Como associará sua vivência passada, o fantástico mundo inventado por você - pelas coisas que acreditava serem reais - ao seu novo, porém antigo, estado de ingenuidade.

Isso porque você ainda desconhece a verdadeira causa, fonte, realidade das coisas.

Vista e seja este personagem...muitas vezes modelado pelas fantasias alheias.

Mais fácil assim, incoporá-lo, sem questionar, sem dor, alegrando-se com esta oferta.

Isto faz com que se sinta bem.

Eu também sinto.



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