Minha Bolsabeta
Perfil Amigas

Sobre mim: Sou uma mulher que está buscando a cada dia melhorar e aprender com os erros.

Cidade: SAO JOAO DE MERITI / Rio de Janeiro

Sexo: Feminino

Estado Civil: Companheira(o)

Morando: com meu/minha parceiro (a)

Formação: Superior incompleto

Ramo de atuação: Administração de empresas

Meu estilo: Descontraído

Intenção: discutir temas interessantes

Meu perfume: Tommy Girl

Marca preferida: Qualquer uma que me caia bem.

Livros de cabeceira: Noite na Taverna - Alvarez de Azevedo

Música que marcou minha vida: Musica é a minha vida. Impossível listar uma só!

Programas de TV: Quando tenho tempo assisto a Grande família e Globo News

Filmes que mais gostei: Hotel Huanda, Tempo de Matar, Diamante de Sangue, etc.

Um homem e uma mulher interessantes: Tia Helô e meu papi

Minha paixões: eu, minha filha, familia

Hobbies: Beber cervejas com as amigas

Atividades físicas: Nenhuma, infelizmente

Sonho: Me estabilizar profissionalmente

Motivo de orgulho: Minha filha

Do que me arrependo: De nada.

Um pensamento: Para se ter mais amanhã, trabalhe mais hoje

Signo: Libra

Ascendente: Libra

06 de agosto de 2008, às 11:59
Bom dia meninas/mulheres!
Hoje, vou escrever um texto que já tinha vontade há um bom tempo. Quero falar da influencia da sociedade nas nossas vidas e vice- versa. Vamos ver como fica.
Sem nos dar conta, agimos de forma padronizada, ordenada e contínua, reprimindo ou aceitando conceitos que na verdade nem por nós foram criados. Nos baseamos em uma série de regras que nos são impostas de forma passiva muitas vezes ou de forma repressora. Quando nos tornamos adultos, começamos a realinhar nossos pensamentos e a escolher por nós mesmos o que queremos para nossa vida, se alinhando a alguma religião ou decidindo viver a vida de acordo com seus próprios conceitos. Mas como o indivíduo pode de se achar neutro ou não influenciado pela sociedade?
Todas nossas experiências de vida são realizadas dentro da sociedade. Não há como viver fora desse ciclo, a não ser que nos isolemos em mosteiros ou em cantões não habitados, mas mesmo assim, levaremos conosco conceitos que já se enraizaram no nosso eu.
A neutralidade social não é possível, pois quando nascemos somos inseridos nesse mundo já estabelecido e em permanente construção. Crescemos absorvendo os conceitos que são passados pelos nossos pais, que receberam os mesmos conselhos dos seus pais. E assim de geração em geração a sociedade foi se construindo através de experiências de vidas, influencias da mídia, religiões, etc. Criamos instituições que nos dão apoio legal ou às vezes moral para nos fortalecer nos nossos preceitos. Enfim, não acredito que o individuo esteja inserido na sociedade e sim a sociedade que se insere no individuo, estimulando a competição, a padronização de pensamentos, o que está na moda ou não está na moda e a partir desse conceito todos começam a se vestir igual, andar igual, falar igual, ter corpos iguais. Quando há uma individualidade de pensamento, autenticidade, uma forma de se vestir diferente, ou falar diferente, quando isso acontece, logo é tido como um corpo estranho no meio social. Vamos tomar como exemplo as classes sociais. Uma pessoa pobre que se insere no meio de uma classe rica, logo é discriminada pelos membros da sua classe e mais ainda pelos da classe rica. Por mais que não seja proibida mobilidade social nos dias de hoje, há uma proibição implícita psicologicamente nas mentes das pessoas, tudo fruto de pensamentos absorvidos pelas mesmas regras que a sociedade se impõe.
Portanto, cabe a nós mesmos decidirmos o que podemos fazer de bom e evitarmos o que nos agride. Viver nossas vidas de acordo com a nossa própria vontade seja isso bom ou ruim. Afinal, o que é bom ou o que é ruim? A partir de que ponto de vista se pode dizer o que é bom ou ruim?
Este post já foi comentado 6 vezes.
lucy-leonina
Prata Usuária offline
06 de agosto de 2008, às 12:06
lucy-leonina
é amada ,
acho q a sociedade oprime mais as mulheres ....
se não somos o q desejam ....aiai
aguenta né.....
é muito cruel....
Deus nos ajude .
bjin
lliazinha
Comum Usuária offline
06 de agosto de 2008, às 12:06
lliazinha
Iss o depende da personalidade de cada um...um ser humano é uma icognita
Boa tarde flor!
amada do senhor
Bronze Usuária offline
06 de agosto de 2008, às 12:13
amada do senhor
a sociedade ainda discrimina muito as mulheres.
krisla26
Comum Usuária offline
06 de agosto de 2008, às 12:52
krisla26
Não só as mulheres.Acho que a sociedade é composta pelas pessoas, logo nós somos a sociedade.
Só que com o tempo, se criam conceitos e tendências e os que estão fora desse padrão automaticamente estão excluidos. Claro que existe uma tolerância, mas dependendo do que está diferente em vc, ai ai ...
Ou seja, se a moda é a mulher magra - sejamos magrela!
Se a moda é ser turbinada - enchamos os peitos de silicone!
Agora, quanto a questões de cor, grana, etc. Este tipo de preconceito e discriminação, também existe e não vem com essa de que aqui no Brasil não existe preconceito. Existe sim!
Temos que nos despir desses vícios e a partir daí olhar o próximo como nossos irmãos. Aí sim, todo preconceito, discriminação, injustiça, etc irá ser banido da nossa sociedade.
Bom, pelo menos é o que eu penso.
bjks

Ah, e continuem dando suas opiniões, é muito importante pra mim!
lilicaferreira
Comum Usuária offline
06 de agosto de 2008, às 18:33
lilicaferreira
Bom Krisla, depois de uma longa ausencia, achei super interessante seu texto. Acredito que a grande maioria de nós nos tornamos esse ser condicionado, muita das vezes, sem perceber, outras por conveniencia, e tantas outros para fazerem parte de um grupo. Somos a sociedade como vc disse, e para não fazer o "jogo" desta mesma sociedade, precisamos ter muita personalidade e "peito" arcar com as consequencias, sim, porque a sociedade nos cobra de uma forma ou de outra o porque de não seguirmos essa ou aquela determinada "facção".
Eu acredito também que a educação é sem dúvida a melhor solução para todos esses males que nos assolam nos dias de hoje.
krisla26
Comum Usuária offline
07 de agosto de 2008, às 16:15
krisla26
È verdade. As vezes acabamos pagando um preço alto por nossa autenticidade.
A educação é o caminho com certeza! Eu digo isaso todos os dias. Tento educar minha filha da forma mais libertária possivel, pra que ela não se contamine tanto...
Para comentar esse post, você precisa logar no site.

XML Assine nosso RSS